Inunde meus pensamentos com suas palavras,
deixe seu toque por todo meu corpo,
sua presença em minhas sensações.
Seja inesquecível,
seja apaixonante,
seja necessário como o ar.
Eu vou te querer,
eu vou suspirar,
vou sentir meu coração bater forte.
Quero você em meus sonhos,
quero em meu dia muitas coisas boas de lembrar,
quero em minha vida o calor de cada momento que estou ao seu lado.
Isabel
Meu lado poetisa, rsrs.
sábado, 11 de outubro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
"Vamos viver tudo o que há pra viver".
A arte de amar
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Manuel Bandeira
Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho foi um poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor brasileiro. Considera-se que Bandeira faça parte da geração de 22 da literatura moderna brasileira, sendo seu poema Os Sapos o abre-alas da Semana de Arte Morderna de 1922. Juntamente com escritores como João Cabral de Melo Neto, Paulo Freire, Gilberto Freyre e José Condé, representa a produção literária do estado de Pernambuco. (Wikipédia)
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
"Eu só quero saber do que pode dar certo..."
Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
Carlos Drumond de Andrade
Nasceu em Minas Gerais, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra, Itabira. Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte e Nova Friburgo. Formado em farmácia, com Emílio Moura e outros companheiros, fundou "A Revista", para divulgar o modernismo no Brasil. Durante a maior parte da vida foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguido até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua única filha, a escritora Maria Julieta Drumond de Andrade. Além de poesia, produziu livros infantis, contos e crônicas. (Wikipédia)
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Trilha sonora
Músicas são como paixões, vem chegando, tomando conta e quando você percebe já está completamente entregue.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Celebrando a amizade.
É muitíssimo bom estar com amigos curtindo, rindo, conversando, enfim....
Somos seres únicos no universo, vivenciando as mais diferentes situações e, por isso mesmo, estarmos juntos para conversar significa muito mais que um encontro, significa que podemos trocar idéias, pontos de vista, dividir experiências, boas ou ruis, vitórias e derrotas a que todos nós, seres humanos, estamos sujeitos.
Já dizia alguém que "amar se aprende amando". Eu também diria que "viver se aprende vivendo", "dirigir se aprende dirigindo", "sexo se aprende praticando", etc. etc. etc., mas também podemos aprender ouvindo.
Dividir para somar – acho que esta seria a frase – dividimos as nossas experiências, dolorosas ou não, conhecimento, idéias, mudam-se alguns conceitos, realçam-se outros e a vida se torna mais bela.
"Os semelhantes se atraem. Limita-te a ser quem és: sereno, transparente e brilhante. Quando irradiamos o que somos, quando só fazemos o que desejamos fazer, isto afasta automaticamente quem nada tem a aprender conosco e atrai, sim, quem tem algo a aprender e também algo a nos ensinar" – Richard Bach, Ilusões.
Essa diferença que nos torna únicos, nos torna especiais, compartilhada, nos traz a amizade. A amizade que celebramos quando estamos juntos.
Estou aqui não porque devo estar, nem porque me sinto cativo nesta situação, mas porque neste momento, prefiro estar com vocês, vivenciando isto, a estar em qualquer outro lugar no mundo inteiro.
sábado, 4 de outubro de 2008
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