sexta-feira, 17 de abril de 2009

Qualquer semelhança é mera coincidência


Maria e João conheceram-se na rua onde moravam. Algum tempo depois começaram a namorar e, duas semanas depois do início do namoro, ele foi preso e condenado por um assalto que tinha praticado. Ela o visitava no presídio, até que houve um rompimento. Nesse ínterim, Maria namorou outra pessoa e engravidou de seu segundo filho. Ele soube do ocorrido, mas insistiu e retomaram o namoro. Pouco antes de deixar o estabelecimento prisional, ela engravidou de João. Quando saiu, João foi viver com Maria e os filhos. Ela saiu da casa da mãe e alugou uma casa para o casal. O irmão dela arrumou um emprego para João. Maria, que era técnica de enfermagem, trabalhava em dois renomados estabelecimentos. Depois de um tempo, vieram as brigas que, aos poucos, tornaram-se cada vez mais violentas. João matou Maria, por ciúmes, segundo ele.

2 comentários:

C. disse...

É, tem coisas intrínsecas na pessoa, elas nao mudam.

L.S. Alves disse...

Porque será que não sinto pena de Maria?

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